O
Paquistão divulgou uma das piores manchetes de perseguição em 2011 com o
assassinato do Ministro Shahbaz Bhatti, o cristão em mais alto cargo a ser
morto neste país sem lei. O homem de 42 anos era o 'Ministro para os Assuntos
das Minorias' no governo federal e um dos maiores batalhadores pela anulação
das leis das blasfêmias*. Como único ministro cristão no Gabinete, era muito
influente. Ele foi morto em março de 2011, quando criminosos dispararam contra
seu carro. Uma carta encontrada no local dizia que pessoas contra as leis de
blasfêmia não seriam toleradas.
O cristãos paquistaneses são um pequeno grupo em um país onde 96% da população é muçulmana. O governador de Punjab, Salman Taseer, que apoiava Asia Noreen, a primeira mulher a ser condenada à morte acusada de blasfêmia, também foi morto.
Outros quatro cristãos foram mortos, dois na porta de uma igreja na cidade de Hyderabad, em março de 2011. Ameaças de morte fazem parte da rotina dos líderes de igrejas; agressões físicas e destruição de igrejas são comuns.
Os cristãos paquistaneses estão entre organizações militares muçulmanas e uma cultura islamizada, que faz com que os cristãos se sintam cada vez menos parte do país. Além disso, acrescente um governo fraco e corrupto, que não está disposto a confrontar a injustiça, e é possível perceber que os cristãos têm poucos aliados em sua luta por viver e sua terra natal. Essa perseguição ocorro há muitos anos, e estima-se que em 2030 o país irá ultrapassar a Indonésia, contendo a maior população muçulmana do mundo.
No entanto, nem todas as notícias são ruins. As leis do Paquistão dão aos cristão uma liberdade considerável para administrar suas congregações. A população cristã está crescendo e um pequeno número de muçulmanos começa a frequentar as igrejas.
O cristãos paquistaneses são um pequeno grupo em um país onde 96% da população é muçulmana. O governador de Punjab, Salman Taseer, que apoiava Asia Noreen, a primeira mulher a ser condenada à morte acusada de blasfêmia, também foi morto.
Outros quatro cristãos foram mortos, dois na porta de uma igreja na cidade de Hyderabad, em março de 2011. Ameaças de morte fazem parte da rotina dos líderes de igrejas; agressões físicas e destruição de igrejas são comuns.
Os cristãos paquistaneses estão entre organizações militares muçulmanas e uma cultura islamizada, que faz com que os cristãos se sintam cada vez menos parte do país. Além disso, acrescente um governo fraco e corrupto, que não está disposto a confrontar a injustiça, e é possível perceber que os cristãos têm poucos aliados em sua luta por viver e sua terra natal. Essa perseguição ocorro há muitos anos, e estima-se que em 2030 o país irá ultrapassar a Indonésia, contendo a maior população muçulmana do mundo.
No entanto, nem todas as notícias são ruins. As leis do Paquistão dão aos cristão uma liberdade considerável para administrar suas congregações. A população cristã está crescendo e um pequeno número de muçulmanos começa a frequentar as igrejas.
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